quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Foi bem assim :

Era umas 9h00 e pouco da manhã, tinha recebido uma mensagem dele, nela estava escrito ’ Bom dia, te amo’ . Meu coração bateu mais rapido naquela hora, era incrivél o que ele fazia comigo. Ele me ligou, me chamou pra sair, disse que quatro horas passaria em casa, aceitei, ficou um silencio absoluto no telefone, ele riu e disse ah eu te amo, eu ri baixo e respondi eu também. O tempo estava demorando pra passar , uma hora, duas horas, tres horas e ah finalmente quatro horas… e nada dele, o que havia acontecido. Na minha cabeça mil coisas passavam. Era exatamente quatro e cinco e ele bateu na porta, eu a abri. Ele estava lindo, completamente lindo (como sempre). Ele me levou a uma sorveteria qualquer, passamos a tarde ali rindo, conversando, nada importava naquele momento. Logo depois decidimos ir ao cinema, nós tivemos um pequena briga. Ele queria pagar meu ingresso e eu não aceitava aquilo de jeito nenhum, eu estava brava, ele ria e me abraçava. Fomos ver um filme qualquer, ele segurava minha mão, eu encostava meu rosto em seus ombros e ele me dava beijos suaves, e eu sorria de canto. O filme acabou, ambos não tinham entendido nada, afinal eu estava com a cabeça em outro lugar, nem tinha prestado atenção. Logo depois ele me levou pra caminhar na praia, andamos de mãos dadas ali sem se preocupar com nada, o mundo estava fora de congitação naquele momento, era só eu e ele. Andavamos e andavamos , riamos, olhavamos um para o outro, ele se deitou na areia e eu deitei junto, ficamos ali parados por um bom tempo olhando o céu. Estava tudo tão perfeito… tirando o fato que meus olhos encheram de lagrimas ao ouvir o som do despertador. Sentei em minha cama, encostei minhas mãos em meu rosto e uma lagrima caiu, sussurei para mim mesma : Era só um sonho, só um sonho. E novamente era só um sonho.Tô precisando de uma dose, de loucura! De não me importar, de acordar amanhã pensando que tudo vai melhorar por que eu sei que não vai.                                                                                  by: Sinceridades

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